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terça-feira, 22 de março de 2011

Farol da Barra

No século XVII, o porto de Salvador era um dos mais movimentados e importantes do continente, e era preciso auxiliar as embarcações que chegavam à Baía de Todos os Santos em busca de pau-brasil e outras madeiras-de-lei, açúcar, algodão, tabaco e outros itens, para abastecer o mercado consumidor europeu.
No fim desse século, após o trágico naufrágio do Galeão Santíssimo Sacramento, capitânia da frota da Companhia Geral do Comércio do Brasil, num banco de areia frente à foz do rio Vermelho, a 5 de maio de 1668, o Forte de Santo Antônio da Barra foi reedificado a partir de 1696, durante o Governo Geral de João de Lencastre (1694-1702), vindo a receber um farol - um torreão quadrangular encimado por uma lanterna de bronze envidraçada, alimentada a óleo de baleia -, de acordo com o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, o primeiro do Brasil e o mais antigo do Continente (1698), quando passou a ser chamado de Vigia da Barra ou de Farol da Barra.

Farol e Forte de Santo Antônio da Barra.

Localização do Farol.


O diário de bordo do corsário inglês William Dampier, em 1699, relata: "A entrada da Baía de Todos os Santos é defendida pelo imponente Forte de Santo Antônio, cujos lampiões acesos e suspensos para orientação dos navios, vimos de noite."
O Decreto Regencial de 6 de julho de 1832 determinou a instalação de um farol mais moderno, fabricado na Inglaterra, em substituição ao antigo. Ao término das obras, inauguradas em 2 de dezembro de 1839, o novo equipamento de luz catóptico erguia-se sobre uma torre troncônica de alvenaria, com alcance de dezoito milhas náuticas com tempo claro.
Em 1937, o antigo sistema "Barbier" (incandescente a querosene) de iluminação foi substituído por luz elétrica, comemorando-se o primeiro centenário do farol a 2 de Dezembro de 1939. Atualmente o farol encontra-se consagrado como um dos ícones da capital baiana, inspirando artistas e poetas.

Parque Bom Menino

No centro comercial da cidade, em meio ao concreto e ao asfalto, surge um espaço verde: O Parque Bom Menino. Coordenado pelo InstitutoMunicipal da Paisagem Urbana (Impur), a requalificação do local é um projeto da Prefeitura de São Luís, que busca proporcionar para a população mais conforto ambiental e qualidade de vida. Concebido a partir do Plano Municipal da Paisagem Urbana do Município de São Luís, oprojeto modifica a antiga estrutura e destaca a natureza do lugar e da nossa região com a reprodução da mata ciliar, mata de capoeira e manguezal. Além disso, transforma o conceito de utilização da área, que deixa de ser apenas um lugar para a prática de esporte e lazer para ser também uma referência para a pesquisa e discussão de questões ambientais.

A obra de requalificação do parque possui três etapas e abrange seus quatro hectares de extensão. A primeira etapa, que incluiu a construção do Núcleo de Educação Ambiental, foi realizada com recursos doados pela Fundação Alcoa. A parceria foi oficializada em janeiro do ano passado, quando a Fundação doou US$ 250 mil (duzentos e cinqüenta mil dólares) ao projeto do Parque. Com a conclusão da primeira fase, a cidade passou a ter um Núcleo de Educação Ambiental, destinado às discussões de questões ambientais e sociais.

Já na segunda etapa, o Parque ganhou o Anexo I do Núcleo de Educação Ambiental. O novo espaço é sede do Centro de Mamíferos Aquáticos/MA, coordenado pelo Instituto Chico Mendes.

Também foi entregue à população o Ginásio Tião, reformado, e os equipamentos funcionais, onde estão incluídos, banheiros, vestiários, área de alimentação, ambulatório, posto policial, um recanto de estar e lazer do Parque. Nas outras etapas serão contempladas a área naturalística, o passeio público completo e a arena.

O Núcleo de Educação Ambiental

É neste espaço onde são desenvolvidas e coordenadas atividades do Parque que, além de ações de caráter ambiental, promovem o esporte, a cultura e a inclusão social. Dividido em vários ambientes, o Núcleo tem quatro salas de aula e um salão principal, que somados têm capacidade para 360 pessoas.

Um dos destaques é a Sala Verde Ariri, um projeto desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, que disponibiliza ao público uma biblioteca com acesso à Internet.

Memorial da América Latina

O Memorial da América Latina é um centro cultural, político e de lazer, inaugurado em 18 de março de 1989 na cidade de São Paulo, Brasil. O conjunto arquitetônico, projetado por Oscar Niemeyer, é um monumento à integração cultural, política, econômica e social da América Latina, situado em um terreno de 84.482 metros quadrados no bairro da Barra Funda. Seu projeto cultural foi desenvolvido pelo antropólogo Darcy Ribeiro.[2] É uma fundação de direito público estadual, com autonomia financeira e administrativa, vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, conforme Decreto assinado pelo Governador de Estado, Geraldo Alckmin,em 1º de janeiro de 2011.

O complexo é constituído por vários edifícios dispostos ao longo de duas áreas unidas por uma passarela, que somam ao todo 25.210 metros quadrados de área construída: o Salão de Atos, a Biblioteca Latino-Americana, o Centro de Estudos, a Galeria Marta Traba, o Pavilhão da Criatividade, o Auditório Simón Bolívar, o Anexo dos Congressistas e o edifício do Parlamento Latino-Americano. Na Praça Cívica, encontra-se a escultura em concreto, também de Niemeyer, representando uma mão aberta, em posição vertical, com o mapa da América Latina pintado em vermelho na palma.

O memorial possui um acervo permanente de obras de arte, exibidas ao longo da esplanada e nos espaços internos, e conta com um centro de documentação de arte popular latino-americana. A biblioteca possui cerca de 30 mil volumes, além de seção de música e imagens. O complexo promove exposições, palestras, debates, sessões de vídeo, espetáculos de teatro, música e dança. Mantém o Centro Brasileiro de Estudos da América Latina, organização de fomento a pesquisas acadêmicas sobre assuntos latino-americanos. Publica regularmente a revista Nossa América e livros variados. Serviu de sede ao Parlamento Latino-Americano entre 1989 e 2007 (atualmente localizado na cidade do Panamá).

segunda-feira, 21 de março de 2011

Praça do Relógio

Originalmente pensada para acolher uma unidade da USP que seria conhecida como o cuore ("coração") da Universidade, na qual seriam reunidos equipamentos para receber os visitantes e para reunir os alunos (como rodoviária, restaurante, dormitórios, etc), atualmente este local caracteriza-se como um grande espaço livre marcado pela presença de uma torre monumental, projetada pelo arquiteto Rino Levi, na qual verifica-se um relógio em seu topo (daí o nome da praça). Em meados da década de 1990 a praça passou por profunda reforma, adquirindo a forma que possui hoje. Próximo à Praça do Relógio localizam-se o Conjunto Residencial da USP (CRUSP), o edifício da Reitoria e a Raia Olímpica.

Igreja Matriz de São Matias

Erguida antes de 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja em homenagem a São Bartolomeu. Na virada do séc. XIX para o séc. XX já estava em ruínas e ameaçava desabar. Parte da igreja teria sido derrubada por ordem do escritor Sousândrade, que morava num casarão na praça e tinha sua vista da pasaigem atrapalhada pela torre.

domingo, 20 de março de 2011

Parque Estadual Turístico da Cantareira

É um fragmento da Mata Atlântica com várias espécies de fauna e flora. A Serra da Cantareira foi batizada pelos tropeiros que faziam o comércio entre São Paulo e outras regiões do país, nos séculos XVI e XVII. A grande quantidade de nascentes e córregos ali encontrados forneciam água, que era armazenada em cântaros (jarros para armazenar água) e, depois de cheios, eram colocados em prateleiras, as chamadas cantareiras. O Parque compreende parte da Serra, mas não toda ela. Oferece três trilhas: a da Figueira com 700 metros, a Pedra Grande com 7 km e a da Bica com 1.500 metros.

Atualmente com 7.916,52 ha (79 milhões de metros quadrados de Mata Atlântica) distribuídos por quatro municípios da Grande São Paulo, a área do Parque foi tombada no final do século XIX, para garantir o abastecimento de água para a cidade de São Paulo.

Desde a década de 1990 o Parque se encontra ameaçado pela especulação imobiliária, devido ao loteamento clandestino das áreas particulares contíguas, que facilita a formação de favelas no em torno e mesmo dentro da área do parque.

O parque é dividido pelos distritos de Tremembé e Mandaqui, embora aparentemente não exista nenhum documento que afirme com precisão a que distrito, de fato, pertença o parque. O mesmo ocorre com o seu vizinho, o Horto Florestal de São Paulo.

Tem quatro núcleos de visitação: Pedra Grande, Águas Claras, Engordador e Cabuçu:

Núcleo Pedra Grande

O primeiro aberto ao público em 1989, com três trilhas:

  • Trilha das Figueiras: com 1.200m de percurso variando de suave a íngreme;
  • Trilha da Bica: com 1.500m de percurso suave;
  • Trilha da Pedra Grande: com 9.500m de percurso íngreme.

Núcleo Engordador

O nome nasceu da fazenda que existia ali no final do século XVII, onde era realizada a "engorda" do gado. Possui três trilhas:

  • Trilha da Cachoeira: com 6.500m;
  • Trilha do Macuco: com 700m de percurso leve;
  • Trilha de Mountain Bike: com 1.400m de percurso variando de leve a íngreme;
  • Trilha do Sagui;
  • Trilha do Macuco;
  • Do estacionamento do Núcleo Engordador até o final da Trilha da Cachoeira.

Núcleo Águas Claras

O Núcleo Águas Claras, localizado na zona norte de São Paulo, é mais voltado mais para a educação ambiental. Nele, podem-se percorrer quatro trilhas:

  • Trilha das Águas Claras: com quase 700m.
  • Trilha da Samambaia-açú: com caminhada de 1.250m por uma alameda de samambaias de até 2,5m;
  • Trilha das Araucárias: com 1.250m toda ladeada de Araucárias;
  • Trilha da Suçuarana: com 1.200m.
  • Trilha do Pinheirinho: uma trilha bem longa , bastante praticada por veículos Off-Road.

Algumas espécies encontradas no Parque

  • Fauna: bugio, veado-mateiro, preguiça, serelepe (ou caxinguelê), quati, jararaca, coral, suçuarana
  • Flora: samambaia-açu ou xaxim, hoje espécie ameaçada devido à exploração desenfreada. Árvore muito antiga, contemporânea dos dinossauros, figueira, que apresenta mais de 5000 espécies em todo o mundo, principalmente em climas tropicais. Devido à força de suas raízes, não aconselha-se plantá-la perto de edificações, com a certeza de trincas e rachaduras nas paredes, jacarandá-paulista, canela-incenso, Embaúba, tapiá-mirim, árvore habitante principalmente de morros e montanhas, e sua madeira é muito utilizada na industria madereira, pau-jacaré, apresenta crescimento muito acelerado, chegando aos seus 90 km em 2 anos, palmito-doce(ou içara, ou palmeira), nativa da Mata Atlântica, açoita-cavalo, pasto-d'anta, cedro-rosa, bambu, araucária, helicônia, jequitibá-branco, vassourão-branco(ou vernonia), philodendros, cabreúva, pata-de-vaca, nome dado devido ao formato de suas folhas, circulares achatado, e bromélias, originária das Américas, de florestas tropicais, apresenta mais de 200 espécies, e o gênero ananas é utilizado para produção de batatas e morangos.

Maior Floresta Urbana do Mundo

É popularmente difundida a ideia de que a Serra da Cantareira, com seus 64.800 ha (na qual está inserido o Parque Estadual da Serra da Cantareira) é a maior floresta urbana do mundo. Entretanto, há outras florestas também importantes, como a do Parque Estadual da Pedra Branca, na cidade do Rio de Janeiro, e o Sanjay Gandhi National Park, em Mumbai, Índia - ambas de mata nativa. A definição de floresta urbana varia de país para país, motivo que dificulta o estabelecimento de um ranking claro de florestas urbanas, por tamanho. Corre sério risco de degradação ambiental, juntamente com o Parque do Horto Florestal, com a construção do Trecho Norte do Rodoanel Mário Covas. Especula-se que a obra viária pode comprometer o Sistema Cantareira, afetando o abastecimento de água da cidade de São Paulo.

sábado, 19 de março de 2011

Santuário Ecológico Pedra Caída ou Balneário de Pedra Caída

O Santuário Ecológico Pedra Caída ou Balneário de Pedra Caída é um dos pontos turísticos mais importantes da região Sul do Maranhão, que, em 25 anos, adquiriu fama nacional, atraindo milhares de turistas de todo o Brasil e, até do exterior, fazendo parte de documentários e de milhares de fotografias que se espalham pelo mundo. Sua principal atração é a famosa Cachoeira da Pedra Caída.

A Pedra Caída possui três fantásticas cachoeiras maiores, sendo que no Santuário, na Cachoeira da Pedra Caída, a água despenca a uma altura de 46 metros, numa bela piscina natural. Também há uma série de pequenos saltos, canyons, trilhas e vales. Na estrutura montada de Pedra Caída há uma grande piscina de água corrente, quadra para a prática de esportes, chalés, energia elétrica permanente, som, televisão, bar e restaurante.

O Santuário Ecológico Pedra Caída está localizado no Km 35 da BR-230, 35 Km distante de Carolina, na linda região da Serra das Mesas, 60 Km distante de Estreito, 180 Km de Imperatriz, Maranhão e 170 Km de Araguaína, Tocantins.